Terceiro e quarto dias do Festival FUSING – 3 e 4 de Agosto

Texto: João Madeira
Fotografia: Afonso Bastos

No terceiro e penúltimo dia da primeira edição do FUSING, houve rock, pó e muita animação. Black Bombaim, Frankie Chavez e Linda Martini foram os nomes fortes deste que foi o dia mais populado do FUSING Culture Experience. Este foi ainda o último dia do Palco Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, no Casino da Figueira com as actuações de Os Lavoisier e Osso Vaidoso, ambas dando uma nova roupagem à música tradicional e a poemas portugueses.

Black Bombaim foi a primeira banda a subir ao palco FUSING. O trio guitarra, baixo e bateria, apenas com recurso aos seus instrumentos, deram uma hora de concerto ecoando músicas com largos minutos de duração. Com um ligeiro atraso, começou a actuação de Frankie Chavez. Apresentando-se normalmente como uma one-man band, apareceu na Figueira da Foz auxiliado por um baterista, João Coelho. Ao ritmo do Rock n’ Roll, da música country e de algumas outras músicas com um certo toque Folk transformado com a distorção da sua guitarra, este foi, para mim, o concerto da noite.

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Misturando velhas e reconhecidas e novas canções do seu mais recente trabalho a estrear ainda este ano, “Amor Combate” foi “A” música deste concerto. “100 metros sereia” foi, depois de quatro concertos por mim visualizados no espaço deste ano, novamente a escolhida para terminar a performance de Linda Martini; novidade foi o facto de estes terem feito encore, algo que até este dia nunca tinha acontecido.

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Ainda no palco EXPERIENCE, fizeram-se ouvir nomes como Mr. Myiagi com o seu estilo Trash Metal, Papercutz e Dj Ride, campeão do mundo de scratch.

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No Domingo dia 4, último dia do festival, todas as atenções estavam viradas para o maior workshop de cozinha do mundo, numa iniciativa produzida pelo reconhecido Chef Chakall e com o apoio logístico do Pingo Doce. Para esta actividade aderiram cerca de quinhentas pessoas, projecto que puderá fazer parte da história do livro de recordes.

Num dia claramente menos activo face aos três primeiros desta primeira edição do FUSING, no palco EXPERIENCE o dia foi dedicado ao Reggae, ao Rock n’ Roll dos Bad Pig e dos Killimanjaro e até mesmo ao Rockuduro, novo fenómeno da música portuguesa que já é reconhecido além fronteiras, emergido através da banda Throes + The Shine. Este concerto foi a melhor revelação da noite, colocando em êxtase os poucos que neste dia ainda continuaram a festa.

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A ideia do FUSING surgiu em Setembro de 2012 e nasceu da necessidade de haver tanto na Figueira da Foz, como na zona centro um evento com estas características. Segundo dados da organização estima-se que durante os quatro de Festival tenham por aqui passado cerca de vinte mil pessoas, o que reflecte “um bom número para uma primeira edição.”. Questionados sobre se esta iniciativa prosseguirá para outros anos, a organização esclarece que “a ideia é que realmente o FUSING se mantenha e cresça” para que “continue e que tenha coisas de qualidade”, prevendo-se assim que haja uma segunda edição.

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